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terça-feira, 5 de abril de 2011

Comitê Paraolimpico Brasileiro prepara inivações tecnológicas

A ideia é melhorar as performances dos nossos atletas paraolímpicos. Por Pablo Peixoto "O Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INT/MC) estão elaborando um conjunto de propostas para apoio tecnológico às Paraolimpíadas de 2016. Segundo o site do INT, atletismo, vela adaptada, ciclismo, esgrima, além de basquete, rúgbi e tênis em cadeira de rodas foram indicadas pelo CPB como modalidades prioritárias para desenvolvimento tecnológico, visando a melhoria dos resultados dos atletas brasileiros nos Jogos Paraolímpicos do Rio 2016. As equipes de Desenho industrial, Gestão da Produção e do Núcleo de Desenvolvimento Social do instituto apresentaram a proposta para os atletas paraolímpicos e, outra, de tecnologias assistivas voltadas para a inclusão de crianças com deficiência na Rede Pública de Ensino." Fonte: Geek.com.br

quinta-feira, 31 de março de 2011

Tecnologia ajuda o desenvolvimento de crianças com autismo

O projeto brasileiro visa a criação de brinquedos e atividades especiais


Por Pablo Peixoto


"O Instituto Nacional de Tecnologia (INT/MCT), através da sua área de Gestão da Produção, atua em projetos visando a inclusão de crianças autistas na Rede Pública de Ensino.


Essas iniciativas provam que, através do diagnóstico precoce aliado a tecnologias educacionais específicas, a qualidade de vida dessas crianças pode ser melhorada . A criação de brinquedos educativos é um dos pontos desenvolvidos pelo INT voltado aos alunos com autismo, realizados pela área de Gestão da Produção junto com a área de Desenho Industrial, responsável pelo design de cada peça. As cores, formas, texturas, movimentos, sequências lógicas, múltiplas linguagens, sons e materiais facilitam a ativação do sistema perceptivo-motor da criança com autismo, explica o tecnologista Saul Mizrahi, doutor em engenharia de produção, com foco na gestão estratégica multicultural aplicada a instituições de ensino.


Segundo o site do Ministério da Ciência e Tecnologia , além dos professores, o projeto abrange a capacitação de psicomotricistas, psicólogos, fonoaudiólogos, pedagogos e familiares dos alunos com autismo. A troca de experiências e a orientação multidisciplinar envolvem desde a higiene pessoal até os estímulos para a comunicação, descreve Mizrahi."